Um inseto apanha a personagem em meio a sua rotina civilizada, entre os filhos, afazeres domésticos e contas a pagar, e a lança para fora do humano, deixando-a na borda do coração selvagem da vida.
"Há quem diga que todas as noites são de sonhos. Mas há também quem garanta que nem todas, só as de verão. No fundo, isso não tem importância. O que interessa mesmo não é a noite em si, são os sonhos. Sonhos que o homem sonha sempre, em todos os lugares, em todas as épocas do ano, dormindo ou acordado." - William Shakespeare
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Clarice Lispector - A Paixão Segundo G. H.
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